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sábado, 21 de julho de 2012

The out way

I just want to say when and if i find my way
That is all for today, did do i a pray?
All for me, you and they
I look in the mirror and see where is my way

Nothing could be worst
Why can't i be the first?
Let's do that gonna work

I can’t look back to be a fool
No one will stomp my skull

In my way i will mold my soul

                             Erick Silva

sexta-feira, 20 de julho de 2012

P A L A V R Ã O

A falta de decoro é um coro
Agudo estridente, indecente...
Agouro rouco de um demente
Arte a qual sou calouro

Rudeza, pra alguns beleza
Repudio fremente com frieza
O indelicado com terrível natureza

Pois assim vá a merda delicadamente
Para que não me achem diferente
E para esse(s) apenas digo: FRANCAMENTE!

                                                  Erick Silva

Ponderando o Sal


Temo por um tempo um pensar tenso, pois penso “penso”.
Mau aceito um mal feito malfazejo de desejo quando o vejo,
Ao chegar ponho-me logo a entrar e não desisto de tentar,
Pois sou “penso”, torto, brinquedo do desejo de tanto amar...

Dou-te na mão como um quente pão de graça meu coração.
De brigas em brigas se erguem as vigas e grudam as ligas...
Pondo os pontos a fim que os contos não caiam pelos cantos
E canto baixinho pelos cantos quantos são os seus encantos.

Hei de ver e de verte tanto quanto viver mesmo querendo morrer?
Que quando sim e quando não e como as ondas vêm e vão,
Um bem me quer e mal em quer de todo dia, uma grade poesia
Onde dança a nuança e mesmo com mudanças seja minha alegria.

                                                                                     Erick Silva

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Das Blut fließt und fließt mit dem Leben
Als Flüsse unauflöslichen, unauslöschlichen
In menschlichem Elend Scham läuft, Gesellschaft
In einer perfekten Welt keine Grenzen gesetzt Krieg
Denn das Leben ist kein Leben? am Leben?
Ich will, Blut zu vergießen, um meine Leistung zu loben
Ich möchte Elend, Hunger und Zwietracht ...
Ich bin der Dämon über Ihre bisher
Wunsch derer, die wollen ...
Ich bin Ihre Regierung und Regierungspartei
Ich bin dein größter Wunsch
aber wer ich wirklich bin?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Um desejo e a controvérsia

Quem come carne todo dia
estranha quando vê ovo no prato.
Pensa: porque não um
acordo, mas um contrato?
É quase sempre bom, às
vezes fico farto...
É, às vezes é estranho, mas
é bom ter um ovo no prato!

                           Erick Silva

domingo, 8 de julho de 2012

GATO

O gato e a cerca...
A meia noite...
O canto...
O miado...
A bota...
O gato está morto.

              Erick Silva

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Cisne e a Bailarina

De pele macia, suave e delicada
Dançando pela noite enluarada
Dando ao ar a graça onde voava
E ao passar plumas caídas deixava

Um giro rápido olhando para o lado
Esguio e bonito seu pescoço alongado
Seus braços em arco curvados...
Em sua base dedos sofridos, calejados

Pois na brisa seu voo não se abala
Com força e estética o som lhe embala
Com a lua sua pele brilha, cintila

Em seu lago se reflete seu traço
Sua força desenvolve maravilhoso cada passo

Na fraca luz a bruxulear, seu baile secreto
Um som inexistente nos ouvidos, incerto

Depois do ato fecha-se a cortina
E parte charmoso sobre a colina
O branco cisne da ballerina

Erick Silva

terça-feira, 6 de março de 2012

O doce veneno do bicho


Sou bicho, bicho do mato, e bicho venenoso,
Escondo minhas pérfidas garras de veneno na luz de um menino
As damas eu espreito almejando faze-las verter em seu caldo caudaloso
E com toda inocência chego devagar instilando meu veneno doce e libertino
Sobre o veneno que tenho há um fato curioso!

Como digo, sou bicho, bicho venenoso.
E o veneno que há em mim guardado é de fato tenebroso.
Veio-me a perceber que ao fazê-las verter o veneno é fabuloso.
Transpõe os sentidos chegando à libido calmo e silencioso.
Trazendo a tona o que desde outrora já lhes era desejoso.

E eu como o bicho, o bicho do veneno, o bicho venenoso!
Armo-me de aparência sibilando algo suave e libidinoso
Em tua face púbica deixo-me cair e os dedos passear em teu segredo juncoso
Oh! Deleitar-vos-á de todo meu veneno sucoso
E macula se perdera em seu ímpeto de desejo voluptuoso

Mataras o bicho, o bicho do veneno, bicho mortal e venenoso
Pois a flor que guardavas era também algo venenoso

Erick silva

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Versos Íntimos

Augusto dos Anjos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Devassa

A beleza da praga, a tarde devassa.
Institui-se o veneno lânguido, pavoroso,
Instila-se liso e depressa.
Desde quando amar é tão doloroso?

Doravante nem mais que eu te sinta
E como teu vassalo seja eu por ti infligido.
De teu coração desejo a verdade por mais que me minta,
Mas de tuas palavras vejo a mesma ruindo.

Lembro-me das promessas feitas,
Lembro-me das malas arrumadas,
Lembro-me das metades perfeitas,
Lembro-me também das vidas arruinadas.

E que pensar de um fim sem ponto final?
Não há nada que se pensar...
Não foi um adeus, mas apenas um tchau.
Não há nada que fazer além de esperar...

Erick Silva